GestoComercialização
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Até 1 MW

Pequena produção.
Zero desvios.

Para quem tem uma UPP e não tem equipa de mercado. A Gesto Comercialização integra o ativo no seu perímetro de balanço, assume o desvio e paga sobre a produção reconhecida no local.

O ponto de partida

Uma UPP vende num mercado e paga em dois.

Uma unidade de pequena produção coloca a energia no mercado diário e fica exposta ao desvio entre o que programou e o que produziu. Esse desvio não tem preço próprio: liquida ao custo da energia de balanço que o sistema teve de ativar nesse quarto de hora. Quando o sistema está caro, o desvio é caro.

O custo é material e não é gerível a esta escala. Um produtor com 1 MW não tem equipa de mercado, não tem previsão dedicada e não tem perímetro onde o seu desvio possa ser compensado pelo de outra central.

Os encargos de regulação em Portugal subiram de 7,99 para 13,01 €/MWh entre 2023 e 2025, mais de 60% em dois anos. O mercado de serviços de sistema passou de 550 M€ em 2023 para 1 350 M€ em 2025. Fonte: REN.

A proposta

Receita mínima garantida, sem desvios.

A Gesto Comercialização integra a UPP no seu perímetro de balanço e assume o desvio. O produtor recebe uma receita mínima garantida e deixa de ver o desvio na sua conta.

A referência de pagamento é a produção reconhecida — o que o ativo teria entregue, medido no piranómetro instalado no local, não a energia efetivamente injetada. É o termo que os contratos internacionais designam por deemed energy.

  • Sem exposição a preços negativos. Nas horas em que o mercado paga para não produzir, a decisão de parar é nossa e o produtor continua a ser pago pela produção reconhecida.
  • Sem perda por paragem voluntária. A paragem é decisão de gestão nossa e não afeta o que o produtor recebe. O mesmo se aplica a um corte imposto pelo operador de rede.
  • Garantias de origem repostas. As garantias são do produtor e emitem-se sobre energia real. Sempre que injeta menos por decisão nossa ou por corte de rede, repomo-las.
  • Pagamento quinzenal. Sem esperar pelo ciclo de liquidação do sistema.
  • Fee fixo, sem partilha. O valor desta oferta é o custo evitado, não a receita nova. O preço acompanha esse desenho.
Como funciona

Três passos.

1 · Estação meteorológica. Instala-se um piranómetro no local, com telemetria. O sensor é a referência de faturação. Em centrais maiores, redundância de sensores.

2 · Função de conversão. A relação entre irradiância medida e produção é ajustada com o histórico da própria central. Fica independente da tecnologia e da marca do equipamento.

3 · Recalibração mensal. A função é recalibrada todos os meses, apenas com as horas em que não houve setpoint. O coeficiente em vigor é visível no relatório mensal. O cálculo é reproduzível pelo produtor.

Onde não encaixamos

Dizemos antes de assinar.

Um PPA físico em pay-as-produced dá ao comprador direito à energia fisicamente produzida. Se reduzirmos a injeção, o produtor incumpre. Nesse enquadramento não conseguimos respeitar o contrato.

Há duas saídas. Estender as cláusulas de deemed generation que o PPA já tem para cortes de rede ao corte por decisão de mercado — o comprador não perde valor esperado. Ou trabalhar apenas sobre a parcela não contratada, que na maioria dos PPA existe.

Sem capacidade de controlo remoto da central, e sem produção com histórico suficiente para ajustar a função de conversão, o desvio volta a ser do produtor.

Contacto

Falar connosco.

Para uma avaliação, indique o ativo e o enquadramento contratual em vigor.