A sua central chega a um. Diário, intradiário, banda e energia de mFRR e aFRR, entre outros — e o valor de cada um muda com o dia, a hora e o estado do sistema. Levamos o seu ativo a todos, decidimos onde é oferecido cada período, e o desvio deixa de ser seu.
São duas coisas diferentes e não valem o mesmo. O desvio acontece todas as semanas e já está na sua conta. Os serviços de sistema são um mercado que cresceu três vezes em três anos, mas exigem habilitação.
Entre o que a central nomeia e o que entrega há sempre diferença — meteorologia, disponibilidade, comportamento do equipamento. Essa diferença é liquidada e é paga pelo produtor.
Connosco deixa de ser sua. Não é repartida nem debitada ao custo real: é nossa. E o desempenho de todos os agregadores é publicado semanalmente pela REN — qualquer produtor pode ver onde estamos e ao lado de quem.
O mercado português passou de 550 M€ em 2023 para 1 350 M€ em 2025 — cerca de 40 % do valor do mercado diário. Ao mesmo tempo, o grossista perde valor sob pressão das renováveis.
Participar exige estatuto de BSP, habilitação unidade a unidade, telemetria certificada e ligação à REN. Nós temos, e cada mercado que venha a abrir entra no mesmo contrato.
Representação, balanço e serviços de sistema são comuns a todos. O que muda de ativo para ativo é onde está o valor e o que a lei permite.
Tudo se joga na gestão de desvios. Receita conhecida à partida, calculada sobre o recurso medido no seu terreno.
Desvios resolvidos e participação ativa em mFRR e aFRR — o acesso que uma central isolada não tem.
Mais do que arbitragem: banda e energia de reserva, decididas na mesma otimização do ativo ao lado.
Custo previsível dentro de uma banda acordada, sem ninguém lhe tocar no processo.
Custo por kWh entregue ao veículo, a unidade que já mede e fatura. E a potência contratada gerida com a bateria.
Consumo plano em milhares de pontos e baterias de backup paradas. Sozinho não vale nada; agregado é uma central.
Um optimizer, um trader ou uma utility que queira operar em Portugal precisa de habilitação, telemetria certificada, Área de Ofertas e uma equipa às 24 horas. Nada disso se monta num mês.
Usa a nossa habilitação, a nossa Área de Ofertas e a nossa liquidação; mantém o seu algoritmo e a sua relação com o cliente. É o mesmo canal que a wattimize usa — e é por isso que é neutro.
São papéis distintos, com deveres distintos perante o sistema. A Gesto Comercialização é o agente habilitado: leva o ativo aos mercados, é responsável pelo balanço e é quem assina. A wattimize é o optimizer: decide o despacho e responde pelo resultado dessa decisão. Em Portugal, a garantia de receita exige as duas metades — só se garante um desvio a quem é responsável pelo balanço.
Engenharia, desenvolvimento de projetos renováveis e consultoria. Responsável pelo desenvolvimento de mais de 2 GW de centrais solares em Portugal. A gestão e agregação de energia é uma das suas áreas.
Habilitações, ligação à REN, Área de Ofertas, contrato e faturação. Faz projetos em parceria com vários optimizers.
Previsão e nowcast, otimização do programa e serviços de sistema. Decide o despacho de cada período.
12 MW em Mato da Cruz — e mais nenhuma, porque não queremos uma frota a competir com os nossos clientes.
A wattimize é um deles. A relação de grupo não se esconde: mostram-se as salvaguardas que impedem a estratégia de circular.
O desempenho dos agregadores é publicado pela REN todas as semanas. A comparação faz-se lá.
Começamos com uma avaliação da sua receita atual, usando dados públicos da REN e do OMIE. Sem custo e sem compromisso. Se tem produção, a primeira pergunta é sempre a mesma: tem PPA, de que tipo, e sobre que percentagem da produção?
Solar e eólico, de 1 MW a 100 MW, com ou sem bateria ao lado.
MT e AT, redes de carregamento, operadores de sites e torres.
Acesso ao mercado português sem construir estatuto próprio. Em inglês.