O percurso de integração de um ativo tem quatro fases. Nenhuma delas depende de investimento significativo do lado do cliente.
Antes de qualquer contrato, analisamos o ativo: potência e tecnologia, ligação à rede, SCADA existente, instrumentação meteorológica disponível, histórico de produção e enquadramento contratual em vigor.
Desta avaliação resulta uma indicação do que o ativo pode captar, em que mercados, e o que é preciso fazer para lá chegar. É um documento, não um compromisso.
A participação em serviços de sistema exige que o ativo possa ser conduzido à distância e monitorizado em tempo real. Na maioria dos casos isso resolve‑se com um gateway ou RTU instalado junto do PPC existente, sem intervenção na central.
A unidade é apresentada à REN e submetida aos ensaios de controlabilidade exigidos para cada serviço. A habilitação é feita por nós, na qualidade de BSP; o cliente não interage com o operador de sistema.
Consoante a dimensão e a tecnologia do ativo, a habilitação pode ser individual ou por agregação com outros ativos do mesmo perímetro.
A partir da entrada em operação, o ativo é nomeado e oferecido em cada sessão de mercado, com ajuste ao longo do dia. As decisões de oferta e de despacho são preparadas pela wattimize e executadas pelo nosso centro de comando.
No final de cada mês, o cliente recebe o que foi oferecido em cada mercado, o que foi ativado, os coeficientes de conversão aplicados e a liquidação correspondente. Os dados de mercado são públicos e a conta pode ser refeita.
Vale a pena ser explícito: os regimes que garantem receita em períodos de redução pressupõem que o ativo possa ser conduzido. Quando não existe essa capacidade, aplica‑se o regime geral dos desvios e o ativo é representado, mas não pode prestar serviços de sistema.
Para uma avaliação, indique o ativo e o enquadramento contratual em vigor.