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Controlo

Do programa ao setpoint.

Uma decisão de mercado que não chega ao ativo não vale nada. Esta página descreve o caminho entre uma e outro.

Porque é que isto importa

Decidir não chega.

Sem capacidade de conduzir o ativo, a otimização fica limitada ao que foi nomeado em D−1. Não há ajuste ao longo do dia, não há prestação de serviços de sistema e não há regime de produção reconhecida — porque não há forma de reduzir por decisão.

A condução é a condição de quase tudo o resto.

A cadeia

Quatro passos, em segundos.

  • Decisão — programa de mercado, banda oferecida e setpoint, calculados pela wattimize
  • Transmissão — o setpoint segue por API para o centro de comando da Gesto Comercialização
  • Validação e execução — verificação contra alçadas definidas, e envio ao ativo
  • Reposição — após cada ativação do operador de sistema, o ativo regressa ao programa

As ativações de mFRR e aFRR determinadas pela REN sobrepõem‑se sempre ao setpoint. Não há decisão de mercado que prevaleça sobre uma instrução do operador de sistema.

A separação

Quem decide e quem executa.

A decisão é da wattimize; a execução, os registos e a resposta perante o operador são da Gesto Comercialização, que é a entidade habilitada. A fronteira entre as duas é a própria API, com validação de alçadas e capacidade de suspensão do lado de quem responde pelo sistema.

Para o cliente, esta separação é invisível e irrelevante: há uma contraparte, um contrato e uma fatura.

A ligação física

Gateway, RTU e telemetria.

Na maioria dos casos a ligação resolve‑se junto do PPC existente, sem intervenção na central. A instalação e a integração no SCADA são feitas pela engenharia do grupo.

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Contacto

Avaliação preliminar de um ativo.

O histórico da central é tratado com distinção entre o efeito meteorológico e o efeito de despacho, com quantificação do resultado.