Uma decisão de mercado que não chega ao ativo não vale nada. Esta página descreve o caminho entre uma e outro.
Sem capacidade de conduzir o ativo, a otimização fica limitada ao que foi nomeado em D−1. Não há ajuste ao longo do dia, não há prestação de serviços de sistema e não há regime de produção reconhecida — porque não há forma de reduzir por decisão.
A condução é a condição de quase tudo o resto.
As ativações de mFRR e aFRR determinadas pela REN sobrepõem‑se sempre ao setpoint. Não há decisão de mercado que prevaleça sobre uma instrução do operador de sistema.
A decisão é da wattimize; a execução, os registos e a resposta perante o operador são da Gesto Comercialização, que é a entidade habilitada. A fronteira entre as duas é a própria API, com validação de alçadas e capacidade de suspensão do lado de quem responde pelo sistema.
Para o cliente, esta separação é invisível e irrelevante: há uma contraparte, um contrato e uma fatura.
Na maioria dos casos a ligação resolve‑se junto do PPC existente, sem intervenção na central. A instalação e a integração no SCADA são feitas pela engenharia do grupo.
Como operamos um ativo →O histórico da central é tratado com distinção entre o efeito meteorológico e o efeito de despacho, com quantificação do resultado.