Quem compra previsão hoje recebe um número e, no fim do mês, uma fatura de desvio que não consegue atribuir. Propomos o contrário.
A qualidade de uma previsão é habitualmente reportada em erro percentual. Para quem está exposto à liquidação de desvios, esse número não diz o que interessa: não indica quanto custou o erro, nem em que períodos, nem o que teria acontecido com outra previsão.
O resultado é um mercado onde se compra durante anos sem saber se o fornecedor é bom.
A calibração é publicada também nos meses maus. É isso que a torna uma verificação e não uma afirmação.
Um fornecedor de previsão entrega o número e não fica a saber o que ele custou. Nós operamos ativos em mercado: vemos a liquidação, período a período, e podemos ligar o erro ao seu custo real.
Há ainda uma diferença técnica que não é replicável de fora: um previsor externo não distingue uma nuvem de uma redução ordenada. Treina sobre séries em que períodos de despacho aparecem como quebras de produção — e o viés fica no modelo. Quem conduz o ativo sabe a diferença.
O primeiro trabalho que propomos a quem nos procura não é vender previsão: é tratar o histórico do ativo, separando o efeito meteorológico do efeito de despacho e devolvendo uma série limpa.
É barato de fazer, é verificável, e serve tanto a quem fica connosco como a quem não fica.
O serviço destina‑se a proprietários de ativos que nomeiam por si próprios ou através de terceiros, a consumidores com exposição relevante, e a quem queira uma verificação independente do desempenho do fornecedor atual.
O histórico da central é tratado com distinção entre o efeito meteorológico e o efeito de despacho, com quantificação do resultado.